Detectives, selvagens e uma revista com um pouco de mim

Quando me falaram no projecto de uma revista com uma vertente digital e uma ideia muito definida, mas abrangente – um espaço para dar a conhecer malta nova que gosta de escrever e marca pontos nessa matéria, achei que era uma boa ideia. Quando me convidaram para escrever algo para o número zero da mesma, duvidei da coisa “Afinal de contas, que raio de projecto é esse que convida um tipo como eu para o número inicial? Isto é gente que de certeza não quer ser bem sucedida…”.

Detectives Selvagens Capa

 

Logo descobri que estava enganado, que por detrás da Detectives Selvagens está gente que leva a coisa a sério e sabe o que está a fazer. E sendo assim, não tive hipótese, cheguei-me à frente e avisei-os logo “Tudo bem, eu participo, mas aviso já que a minha história não vai a lado nenhum”. E assim nasceu “O homem que um dia parou”.

O número zero já chegou e vale a pena darem uma espreitadela. Basta saltarem o mini-conto que começa na página 74 e aquilo tem lá prosa e poesia com muito potencial, incluindo a participação do Lourenço que, entre regabofe de meia noite a caminho da ultra-maratona, também parou uns kms para contribuir para a revista.

Detectives Selvagens Editorial

Eis o número zero. Avancem por vossa própria conta e risco.

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