O toque importa

Das piadas, de bom e mau gosto, aos que cheiram a naftalina, sem esquecer as novidades pós-modernas e polifónico-alternativos, todos têm o seu toque. Podemos duvidar as escolhas, podemos mentalmente assassinar uns quantos portadores menos conscientes da infâmia do seu toque mas pouco ou nada podemos fazer, vivemos numa sociedade de diversidade de toques, em que todos diferentes, todos iguais também é uma norma que se poderia aplicar aqui.

Na verdade, desde que o meu telemóvel cometeu a loucura de me acompanhar ao fundo de uma piscina, estou sem um toque que possa chamar meu – o modelo que me emprestaram até à coisa se resolver não é mais que um temporário e, sendo assim, tenho um daqueles toques corporate, de fabrico, sem entrar na loucura do “toque da avózinha” ou coisa parecida.

Contudo, serviram estes dias sem voto na matéria para pensar no que andei a fazer nos últimos tempos, em termos de toques, indo buscar os últimos cinco. É possível que me tenha escapado algum, mas isto também não é um paper para a revista Science…

Kanye West – Power

Black Keys – Howlin’ for you

Smashing Pumpkins – Disarm

Eagles of Death Metal – Secret Plans

Ennio Morricone – O bom, o mau e o vilão

Nota-se uma clara preferência por músicas com começo forte e facilmente identificável. Em termos de coerência, não há, o que é coerente em relação à minha relação com o dispositivo. E aposto que, nesse aspecto, não estou sozinho no universo.

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