O (des)conforto de certas bandas sonoras

Acabei recentemente de ver a primeira temporada de The Leftovers, mas sobre isso já falei com mais detalhe noutras paragens. O que me traz aqui é o facto da visualização da série me ter deixado no ouvido “Retrograde” de James Blake, aqui na versão ao vivo. 

Ora eu, que sou pouco dado a este tipo de música sofrida, acreditando que se é para misturar sofrimento e cantoria me basta abrir a boca e tentar cantar, acho-a no entanto bastante interessante. É muito provável que seja pelo facto de a ter absorvido através da série, nomeadamente no trailer onde o seu impacto está estudado ao pormenor para nos bater nos sítios certos.

Bem vistas as coisas, nada disto é novidade, o impacto da música no cinema e na televisão está mais que provado e é essencial para a sobrevivência de ambos. Contudo, afirmo eu enquanto tento reproduzir os uhh-uhhh-uhhhhs de James Blake, não me deixa de espantar a forma como o impacto dos conteúdos visuais nos levam a “adoptar” músicas e artistas a que muito normalmente torceríamos o nariz noutras circunstâncias.

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