Paralelismo idiota entre sinceridade e diamantes

Pergunto-me se a sinceridade num estado demasiado bruto não é como os diamantes no mesmo estado, requer trabalho e lapidação até ser apreciada pelo seu real valor. É difícil chegar até às pessoas com sinceridade em bruto porque, em boa parte dos casos, não é a pureza do que é partilhado que é valorizada, mas sim o seu lado nocivo e tudo aquilo que magoa por não ser polido.

Não sei se são as pessoas que são assim, brutas na sua sinceridade (longe do patamar de bestas, título reservado para outras espécies), que precisam de aprender a suavizar o seu modo ou se são os outros, os que lidam mal com esse choque, que precisam de passar mais tempo nas minas da sinceridade, onde tudo é menos limpo, menos arejado e menos polido mas, por vezes, mais real.

 

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