A gramática da vida

Não percebo muito da matemática da vida e acho que quanto mais contas se fazem, menos os números batem certo. Mas, sendo eu um tipo muito mais virado para as letras, é natural que seja bastante mais parcial, se me perguntarem pela gramática da vida.

É boa, tem os seus méritos, mas os erros repetem-se quase de forma eterna e se calhar fazem parte da aprendizagem. Pontos finais que surgem cedo demais ou que tardam em aparecer. Muitas reticências é suspense a mais, pontos de exclamação à bruta são sinal de pouco critério emocional e, bem vistas as coisas, abusaremos das interrogações? É provável que sim.

É tentar fazer as pausas certas, encontrar sujeitos com os melhores predicados, não abusar dos adjectivos e tentar ser mais do que um verbo de encher. E, se tudo isto não fizer muito sentido, talvez seja melhor optar por deitar contas à vida. Mas nessa área, como devem calcular, não me meto eu.

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