A paixão pela vertigem

 

No ‘telhado’ do pavilhão olímpico de Moscovo, duas figuras descansam com um skate por perto. O contraste entre a rebeldia e o cenário envolvente, um deserto urbano feito de aparente realidade cinzenta resulta numa total descontracção dos dois intervenientes.

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A altura pode não parecer grande mas, mesmo não sofrendo de vertigens, respeito todos os que as desafiam das mais diversas maneiras. E, tal como as escadas que se sobem sem se ver uma janela e que de repente vão dar a um patamar em que somos confrontados com o resultado de tudo o que subimos até ali, vou saber mais sobre os dois rebeldes em pausa.

E é então que percebo que, para eles, a vertigem não é um desafio mas sim uma missão, a que dão o nome de On the roofs. Não há melhor altura para ter vertigens sentado algures com um computador à frente.

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Seja em fotos ou em vídeo, as imagens são impressionantes mas, mais do que os registos, é a ideia que fascina. Ter vertigens deve ser difícil, mas ser apaixonado pelas alturas desta forma, também não deve ser fácil.

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