Às vezes basta ir

Soltar amarras sem ter um navio, largar metáforas de pára-quedas e, já agora, aproveitar o balanço para largar também mobília que ocupa espaço dentro da cabeça.

O truque está em pensar em não pensar apesar de, depois disso, já estarmos fazer batota. Evitar perguntas, especialmente daquelas perguntas que nunca têm outra resposta que não seja outra pergunta e mais outra pergunta até não sermos mais do que hamsters na roda das perguntas.

Às vezes basta ir.

Sobre o resto pensamos no caminho.

  
 

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