Let’s look at the trailer

Fazer um trailer, um bom trailer, é uma arte.

É dar-nos uma amostra da sobremesa (se forem fãs das ditas cujas), sem nos explicar o que é o resto da refeição e convencerem-nos a papar tudo, podendo vir a descobrir que a sobremesa era só mesmo a amostra que já provámos.

Quando o meio é visual, é mais fácil de criar essa arte, já vi book trailers mas deixavam algo a desejar, são as ‘hamburgas’ de soja deste mundo. Podem dizer que são enganadores mas, se acham que ser enganados por trailers é mau, posso garantir-vos que a vida tem coisas muito bonitas para vos mostrar.

No meio disto tudo, gostava que alguém fizesse o trailer da minha vida até agora. Nada de merdas piegas comigo em velho (se lá chegar) a olhar para um slideshow dos melhores momentos. Um trailer que surpreendesse, captando coisas que se calhar eu próprio não daria a relevância necessária, trocando-me as voltas e, se eu pensar que a coisa é comédia, dar-me um romance histórico. Isto partindo do princípio que há matéria prima para mais do que um cartão a negro dizendo ‘Estudasses’.

Tenho curiosidade, mas cheira-me que é coisa para não estrear em breve. Mas, falando de coisas clássicas com tons diferentes e no ponto de partida que este post com King, Kubrick e KNicholson (só para haver coerência fonética), lembrei-me desta pérola.

 

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